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Fortuna crítica de Aracy Amaral

11 de mai.
1 min de leitura

Revista Humanitas (2025)


Tarsila do Amaral. O Lago, 1928. Óleo sobre tela, 75,5 x 93 cm. Coleção Hecilda e Sergio Fadel, Rio de Janeiro, RJ. ©Tarsila do Amaral Licenciamento e Empreendimentos S.A.


Tarsila - “Agora, justamente, aqui, a minha prima que está cuidando dessas coisas todas, ela vai fazer também assim, naturalmente, um (como é que você vai fazer, Aracy?)”

Aracy – “O que eu vou fazer?”

Tarsila – “É”

Aracy – “Um livro sobre a sua vida, a sua obra e toda a catalogação da sua obra de pintura” (Amaral, 1971)

No meu texto para a revista Humanitas n. 188, intitulado "Obra e tempo de Tarsila", conto mais sobre essa história e fortuna crítica.


Ao final da entrevista concedida ao Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS SP), na sua residência, no dia 13 de maio de 1971, Tarsila do Amaral (1886-1973) responde a Francisco Luiz de Almeida Salles sobre o seu conhecimento acerca do destino das suas obras, dialogando com Aracy Amaral sobre a catalogação que a pesquisadora estava empreendendo naquele momento, algo que era caro a artista, pois ela sentia não saber o paradeiro das suas obras


Referência

Petry, Michele. Fortuna crítica de Aracy Amaral. Revista Humanitas, São Paulo, Editora Escala, n. 188, p. 68-74, 2025.


 
 
 

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