Fortuna crítica de Aracy Amaral
- Michele Petry
- há 6 dias
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Revista Humanitas (2025)

Tarsila do Amaral. O Lago, 1928. Óleo sobre tela, 75,5 x 93 cm. Coleção Hecilda e Sergio Fadel, Rio de Janeiro, RJ. ©Tarsila do Amaral Licenciamento e Empreendimentos S.A.
Tarsila - “Agora, justamente, aqui, a minha prima que está cuidando dessas coisas todas, ela vai fazer também assim, naturalmente, um (como é que você vai fazer, Aracy?)”
Aracy – “O que eu vou fazer?”
Tarsila – “É”
Aracy – “Um livro sobre a sua vida, a sua obra e toda a catalogação da sua obra de pintura” (Amaral, 1971)
No meu texto para a revista Humanitas n. 188, intitulado "Obra e tempo de Tarsila", conto mais sobre essa história e fortuna crítica.
Ao final da entrevista concedida ao Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS SP), na sua residência, no dia 13 de maio de 1971, Tarsila do Amaral (1886-1973) responde a Francisco Luiz de Almeida Salles sobre o seu conhecimento acerca do destino das suas obras, dialogando com Aracy Amaral sobre a catalogação que a pesquisadora estava empreendendo naquele momento, algo que era caro a artista, pois ela sentia não saber o paradeiro das suas obras
Referência
Petry, Michele. Fortuna crítica de Aracy Amaral. Revista Humanitas, São Paulo, Editora Escala, n. 188, p. 68-74, 2025.




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