Tarsila do Amaral: o encontro com uma coleção (2025-2026)
- Michele Petry
- há 6 dias
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Revista Estado da Arte - Estadão (2026)

Vista das obras Operários e Calmaria II na Exposição “São Paulo-Paris: a descoberta de Tarsila do Amaral”. © Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo.
No dia 25 de janeiro de 2026, data que marcava o aniversário da capital paulistana, formou-se uma fila de visitantes para o encerramento da exposição São Paulo-Paris: a descoberta de Tarsila do Amaral, inaugurada em 05 de novembro de 2025 no Palácio dos Bandeirantes. A visita, conduzida pela curadora da mostra e do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo naquele momento, Rachel Vallego, ocorreu em torno das obras Operários (1933), A Samaritana (1911), Estudo (Nu de perfil), Estudo de nu (Modelo em pé, com mão aberta), Estudo (Nu sentado) (1921), Retrato de Fernanda de Castro (1922), Retrato de Mário de Andrade (1922), Religião Brasileira I (1927), Auto-retrato I (1924) e Segunda classe (1933), sendo a última pertencente a uma coleção particular. Pela primeira vez, as dezesseis obras de Tarsila do Amaral que integram a coleção do Acervo dos Palácios — Bandeirantes e Boa Vista, este localizado em Campos do Jordão — foram colocadas diante do público de forma reunida. Para Tarsila do Amaral, em afirmação no ano de 1971, essas seriam suas melhores obras: “Sou uma otimista e tenho muita fé: ainda quero ver a sala Tarsila do Palácio Boa Vista, em Campos do Jordão, que reúne minhas melhores obras […]”.




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